A Expedição Encorte é uma iniciativa que coloca o Nordeste como
protagonista do agro brasileiro. Com o objetivo de gerar conhecimento
no campo, dar visibilidade a quem produz e fortalecer a tomada de
decisão com base em dados reais.
Com base nessa escuta técnica e humana, entregamos análises, relatórios,
workshops e o maior encontro da pecuária do Nordeste:
no ENCORTE 2026.
É um projeto inédito de mapeamento da cadeia produtiva da carne bovina nos estados de Alagoas, Sergipe e no sul de Pernambuco. Realizada em 2025, a iniciativa percorreu dezenas de municípios por três semanas, visitando propriedades pecuárias e ouvindo diretamente os protagonistas do campo.
Mais que um levantamento técnico, a Expedição foi um exercício de escuta, conexão e valorização de uma região que, historicamente associada à cana-de-açúcar, vive uma transformação silenciosa: a ascensão da pecuária de corte como motor de desenvolvimento econômico, social e produtivo.

MAPEAR A CADEIA DA CARNE BOVINA NOS TERRITÓRIOS VISITADOS;

ESTIMAR O POTENCIAL PRODUTIVO DA REGIÃO;

ESTABELECER O PERFIL DAS PROPRIEDADES RURAIS A PARTIR DE CINCO PILARES:

ENTENDER A DINÂMICA ENTRE OS ELOS DA PRODUÇÃO E DA INDUSTRIALIZAÇÃO DA CARNE;

DAR VISIBILIDADE ÀS PRÁTICAS DE SUCESSO E AOS DESAFIOS AINDA PRESENTES NO CAMPO;

PASTAGEM | REBANHO | GESTÃO BEM-ESTAR ANIMAL | SUSTENTABILIDADE
A cadeia da carne bovina nas áreas estudadas pela Expedição representa:
A pecuária de corte está presente em mais de 82 mil propriedades, sendo a atividade principal de 77% delas.
Em Alagoas, essa proporção chega a 95%.
93% das propriedades têm menos de 50 hectares, com rebanhos pequenos e baixa tecnificação.
Apenas 0,4% possuem mais de 500 hectares, mas concentram grande parte do rebanho.
As 5.507 propriedades com mais de 50 hectares detêm quase dois terços do gado de corte, com média de 312 cabeças por propriedade.
A pastagem representa cerca
de 1,55 milhão de hectares, ou seja, 1/3 da área agrícola útil em Sergipe, Alagoas e no sul de Pernambuco.
No entanto, apenas 12% dessas
áreas são classificadas como
pastagens em boas condições.
Espécies comuns: Decumbens,
sempre-verde, tanner-grass, e
nativas como a milhã (Digitaria
sanguinallis), em áreas de chuva.
Os dados levantados, os depoimentos ouvidos e os aprendizados
registrados serão base para as próximas ações da iniciativa:
Novos encontros, eventos, intercâmbio técnico e visitas a propriedades
que buscam crescer com responsabilidade e visão de futuro.
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